A razão em Jane Austen: classe, gênero e casamento em Pride and Prejudice

O presente trabalho faz um estudo crítico de Pride and Prejudice (1813), de Jane Austen, buscando mostrar aproximações da obra com as mudanças sociais, políticas, econômicas e ideológicas que ocorreram na Inglaterra da passagem do século XVIII ao XIX, a partir da ascensão da burguesia. Com base na c...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Dias, Nara Luiza do Amaral
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-11042016-122754
Acceso en línea:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8147/tde-11042016-122754/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Casamento
Class
Classe
Gender
Gênero
Jane Austen
Marriage
Orgulho e Preconceito
Pride and Prejudice
Descripción
Sumario:O presente trabalho faz um estudo crítico de Pride and Prejudice (1813), de Jane Austen, buscando mostrar aproximações da obra com as mudanças sociais, políticas, econômicas e ideológicas que ocorreram na Inglaterra da passagem do século XVIII ao XIX, a partir da ascensão da burguesia. Com base na construção feita da heroína Elizabeth Bennet como uma personagem racional, em oposição às demais personagens do romance, contrastes de classe e gênero são explorados, de modo a conduzir a análise para uma interpretação da maneira como o casamento (atuação social principal de mulheres de certa classe no período) é desenvolvido ao longo de todo o romance, acabando por se tornar o fio condutor da narrativa uma verdadeira investigação de significados sociais desenvolvida pela autora.