Caracterização hidrogeológica dos aqüíferos da formação Solimões na base operacional geólogo Pedro de Moura, província petrolífera de Urucu(AM)

O presente trabalho, desenvolvido na Província Petrolífera de Urucu, município de Coari, no Estado do Amazonas, teve como objetivo principal a caracterização hidrogeológica dos aquíferos da Formação Solimões. Foram, inicialmente, desenvolvidas atividades pré-campo para o levantamento de dados existe...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Henrique Ferreira Galvão, Paulo
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2011
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositório:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/6216
Acesso em linha:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/6216
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Caracterização hidrogeológica
Aquífero Solimões
Água subterrânea
Recursos renováveis
Descrição
Resumo:O presente trabalho, desenvolvido na Província Petrolífera de Urucu, município de Coari, no Estado do Amazonas, teve como objetivo principal a caracterização hidrogeológica dos aquíferos da Formação Solimões. Foram, inicialmente, desenvolvidas atividades pré-campo para o levantamento de dados existentes, tais como, informações sobre perfis construtivos, litológicos e geofísicos de poços existentes. O resultado revelou que o aquífero Solimões possui espessura média de 100-120 metros. Quanto à geometria, o mapa de isóbatas revelou que o aquífero possui uma superfície convexa, com profundidades médias de 52 metros. O mapa de isópacas revelou valores de espessura do aquífero na ordem de 50 até 100 metros. Com relação à potenciometria, o comportamento do fluxo subterrâneo da água é concordante com a superfície topográfica, sendo esse em direção ao Rio Urucu (SSE/NNW). Para os parâmetros hidrogeológicos, foram encontrados valores de Transmissividade = 4 x 10-3 m2/s, Coeficiente de Armazenamento = 5 x 10-4 e Condutividade Hidráulica = 7 x 10-5 m/s. O balanço hídrico estimado para a área mostrou que, entre os meses abril e agosto têm-se uma considerável redução nos índices pluviométricos. Os meses de maior disponibilidade hídrica são os de janeiro a junho. Os meses de julho a setembro apresentaram deficiência de água, enquanto que a taxa de infiltração estimada foi de 8 mm/ano. A reserva permanente foi estimada em 6.003,0 hm3, enquanto que os recursos renováveis apresentaram valores de 6.055.000 m3/ano