Citometria de fluxo no diagnóstico da leishmaniose visceral canina.

Descreve-se a padronização de nova metodologia para detecção de anticorpos antiformas promastigotas fixadas de L. (L.) chagasi, por citometria de fluxo (AAPF-IgG), sua aplicabilidade e desempenho na identificação de casos de leishmaniose visceral canina (LVC). Foram avaliados dois grupos de cães cla...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Carvalho Neta, Alcina Vieira de, Rocha, Roberta Dias Rodrigues, Gontijo, Célia Maria Ferreira, Reis, Alexandre Barbosa, Martins Filho, Olindo Assis
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2006
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositório:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/5805
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/5805
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352006000400005
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Leishmaniose visceral canina
Diagnóstico sorológico
Citometria de fluxo
Leishmania chagasi
Leishmania infantum
Descrição
Resumo:Descreve-se a padronização de nova metodologia para detecção de anticorpos antiformas promastigotas fixadas de L. (L.) chagasi, por citometria de fluxo (AAPF-IgG), sua aplicabilidade e desempenho na identificação de casos de leishmaniose visceral canina (LVC). Foram avaliados dois grupos de cães classificados pela reação de imunofluorescência indireta (RIFI), como: não reatores (NR, n=10) e reatores (R, n=50) dos quais foram coletadas amostras de sangue (soro) para realização dos testes laboratoriais. Os resultados relacionados ao estabelecimento, aplicabilidade e desempenho da metodologia AAPF-IgG demonstraram que essa metodologia possibilita a identificação de uma região de reatividade diferencial entre cães NR e R, no soro diluído a 1:2048 e o valor de 20% de parasitos fluorescentes positivos (PPFP) como ponto de corte entre resultados positivos e negativos, mostrando que a AAPF-IgG aplica-se na identificação de casos de LVC, possibilitando distinguir 96% de cães R como positivos e 100% de cães NR como negativos. Esses resultados em conjunto sugerem que a utilização da AAPF-IgG pode ser um novo instrumento para ensaios clínicos de diagnóstico sorológico da LVC.