Respostas antioxidantes de populações de trigo sob estresse por seca: uma perspectiva enzimática
No Brasil, o consumo de trigo ultrapassa 10 milhões de t ano -1 e, devido a demanda crescente, a produção interna do grão é insuficiente para abastecer o mercado, resultando na importação de volumes significativos do grão. Para contornar este cenário, é imprescindível o desenvolvimento de cultivares...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Viçosa (UFV) |
| Repositorio: | LOCUS Repositório Institucional da UFV |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:locus.ufv.br:123456789/33117 |
| Acceso en línea: | https://locus.ufv.br/handle/123456789/33117 https://doi.org/10.47328/ufvbbt.2024.405 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Triticum aestivum Trigo - Melhoramento genético Déficit hídrico Antioxidantes CIENCIAS AGRARIAS::AGRONOMIA::FITOTECNIA::MELHORAMENTO VEGETAL |
| Sumario: | No Brasil, o consumo de trigo ultrapassa 10 milhões de t ano -1 e, devido a demanda crescente, a produção interna do grão é insuficiente para abastecer o mercado, resultando na importação de volumes significativos do grão. Para contornar este cenário, é imprescindível o desenvolvimento de cultivares de trigo tolerantes a seca e bem adaptadas a regiões onde o período de escassez de chuvas é prolongado (cerrado brasileiro, por exemplo). Buscando explorar um dos mecanismos desenvolvidos pelas plantas que lhes permitem sobreviver em condições de seca, este estudo avaliou a atividade das enzimas antioxidantes, superóxido dismutase (SOD), catalase (CAT) e peroxidase (POX) em resposta à diferentes níveis de disponibilidade de água, em populações do programa de melhoramento de trigo da Universidade Federal de Viçosa - UFV, a fim de caracterizá-las como uma possível alternativa de tolerância ao estresse. Os níveis de déficit hídrico foram iniciados durante o estádio de emborrachamento até o final da antese, período que durou cerca de vinte dias, e após mais dez dias de reidratação amostras de folhas e raízes foram coletadas para quantificação da atividade enzimática. Os resultados mostraram que houve diferença significativa dos efeitos de genótipo, podendo ser associada à tolerância à seca e indicando que o genótipo 5 (TBIO Astro x ORS Madre Pérola) obteve, em geral, as melhores médias de atividade enzimática nas amostras foliares. As correlações altas e positivas entre as variáveis de folha, sugerem um comportamento conjunto das enzimas na mitigação do estresse oxidativo. Palavras-chave: Triticum aestivum L.; Déficit hídrico; Enzimas antioxidantes. |
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