Leibniz e o incomparável manual de Epicteto : a propósito da crítica à arte da paciência de Descartes
Resumo: O filósofo alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) menciona muitas vezes a filosofia estoica, especialmente a de Epicteto (55-135?) e mesmo a defendida no Encheirídion, ou Manual, e talvez o melhor exemplo da importância que o Manual assume para o alemão seja as muitas menções feitas na...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Repositório da Produção Científica e Intelectual da Unicamp |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:https://www.repositorio.unicamp.br/:1407000 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/20.500.12733/22825 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Epicteto Descartes, René, 1596-1650 Leibniz, Gottfried Wilhelm, Freiherr von, 1646-1716 Paciência Estóicos Dossiê |
| Sumario: | Resumo: O filósofo alemão Gottfried Wilhelm Leibniz (1646-1716) menciona muitas vezes a filosofia estoica, especialmente a de Epicteto (55-135?) e mesmo a defendida no Encheirídion, ou Manual, e talvez o melhor exemplo da importância que o Manual assume para o alemão seja as muitas menções feitas na Teodiceia; entretanto, dentre muitas outras, existe uma carta endereçada ao teólogo luterano o abade Gerhard Wolter Molanus (1633-1722), carta que recebeu a datação de mais ou menos 1679,em que não só o "incomparável Manual de Epicteto" é mencionado como ficam estabelecidos os termos em que ele é preferível com relação àquilo que Leibniz chamou de a arte da paciência, supostamente defendida pelo filósofo francês René Descartes (1596-1650), arte duramente criticada pelo alemão em favor de um cristianismo platônico ou de uma moral verdadeiramente cristã. Dito assim, nosso objetivo é problematizar alguns dos motivos das muitas menções aos estoicos, daí a Epicteto,e especialmente ao seu Manual, e os termos em que se deu a crítica a Descartes por parte de Leibniz |
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