Fragmentação e autoficção: O professor, de Cristovão Tezza

A presente pesquisa, desenvolvida na área de Literatura e Práticas Culturais, tem como corpus principal o romance O professor (2014), de Cristovão Tezza, pertencente à Literatura Brasileira Contemporânea. A obra gira em torno do relato da vida e da carreira do professor Heliseu da Motta e Silva, um...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Braga, Luana de Lima
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2022
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)
Repositório:Repositório Institucional da UFGD
Idioma:português
OAI Identifier:oai:https://repositorio.ufgd.edu.br/jspui:prefix/5285
Acesso em linha:http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/5285
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:CNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LETRAS::LITERATURA BRASILEIRA
Literatura brasileira
Autoficção
Brazilian literature
Autofiction
Descrição
Resumo:A presente pesquisa, desenvolvida na área de Literatura e Práticas Culturais, tem como corpus principal o romance O professor (2014), de Cristovão Tezza, pertencente à Literatura Brasileira Contemporânea. A obra gira em torno do relato da vida e da carreira do professor Heliseu da Motta e Silva, um linguista que atuava no ensino superior, na área de Linguística Românica. Em um enredo que privilegia o tempo psicológico, Heliseu acorda de um sono profundo no dia em que receberá uma homenagem da universidade onde atuou como docente, sendo, a própria narrativa, feita, sobretudo, em terceira pessoa, uma metonímia de sua tentativa de rascunhar o discurso de agradecimento. A história, repleta de flashbacks, é toda narrada ao longo de um único dia na vida do protagonista. A pesquisa, portanto, tem como objetivo analisar e interpretar os aspectos autoficcionais presentes nessa obra, buscando compreender se há elementos autobiográficos plasmados em uma narrativa predominantemente ficcional. O estudo é desenvolvido através da análise do corpus e do embasamento teórico acerca da literatura contemporânea e das escritas do eu, mais precisamente, da autoficção.