Influência do graute e da taxa de armadura no comportamento da alvenaria de blocos de concreto

Apresenta-se neste trabalho uma investigação experimental do comportamento da alvenaria estrutural de blocos de concreto, resistência à compressão axial e módulo de elasticidade, em função do emprego de blocos de diferentes resistências, na presença de grautes de resistências variadas e também da ex...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Logullo, Bárbara Gonçalves [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/91493
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/91493
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Blocos de concreto
Armaduras
Graute
Alvenaria estrutural
Concrete blocks
Armor
Structural masonry
Descripción
Sumario:Apresenta-se neste trabalho uma investigação experimental do comportamento da alvenaria estrutural de blocos de concreto, resistência à compressão axial e módulo de elasticidade, em função do emprego de blocos de diferentes resistências, na presença de grautes de resistências variadas e também da existência ou não de armaduras, aplicadas em distintas taxas. Desse modo, são apresentados e comentados os resultados de ensaios de compressão axial em unidades, prismas de três blocos e pequenas paredes, montados com um só tipo de argamassa, mas com blocos de duas resistências distintas, designadas B1 e B2. Os elementos ensaiados são vazios e também preenchidos com grautes de duas resistências, definidas G1 e G2. Além destes, também são ensaiados prismas e paredes armadas, com taxas de armadura ñ 1, ñ 2 e ñ 3. Portanto, são realizados ensaios em prismas e paredes vazias, prismas e paredes grauteadas com as diferentes combinações de classes de bloco e graute e com a combinação de blocos, grautes e taxas de armadura. Com os resultados obtidos foi verificado que o grauteamento praticamente dobrou a resistência do prisma grauteado, e, nas paredes o acréscimo foi médio de 80%, comparado com prisma e parede vazia na área bruta, porém esse aumento não foi proporcional à relação efetiva de áreas. Os prismas grauteados apresentaram diminuição na deformação de ruptura com a utilização de grautes mais rígidos, e, o grauteamento homogeneizou o comportamento de deformabilidade da alvenaria e do bloco que a constitui, no prisma e na parede. Constatou-se, também, que as armaduras não alteraram o comportamento estrutural dos prismas e paredes, nem na sua resistência à compressão axial e nem na sua deformabilidade.