Diagnóstico da arborização urbana do centro de Aquidauana, MS / Diagnosis of urban reforestation in Aquidauana downtown
A arborização urbana traz diversos benefícios para o ambiente e para a sociedade, atuando como elemento estruturador do espaço urbano. O presente trabalho teve como objetivo realizar um diagnóstico quantitativo e qualitativo das ruas da região central da cidade de Aquidauana (MS), visando melhorar o...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/22833 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/22833 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arborização viária Levantamentos florístico Planejamento urbano. |
| Sumario: | A arborização urbana traz diversos benefícios para o ambiente e para a sociedade, atuando como elemento estruturador do espaço urbano. O presente trabalho teve como objetivo realizar um diagnóstico quantitativo e qualitativo das ruas da região central da cidade de Aquidauana (MS), visando melhorar o planejamento e manejo da arborização da cidade. Os dados foram coletados no mês de dezembro de 2019, utilizando o método de censo nas 16 ruas desta região. Foram amostradas 1200 árvores, pertencentes à 68 espécies e 26 famílias, sendo a família Fabaceae a mais rica. O Oiti (Licania tomentosa) foi a espécie mais abundante, compreendendo 60,2% das árvores (722 indivíduos), seguida da Murta (Murraya paniculata, 76 indivíduos), Mangueira (Mangifera indica, 34 indivíduos) e da Munguba (Pachira aquatica, 31 indivíduos). Vinte e uma espécies foram representadas por um único indivíduo. A maioria das espécies (73%) não são nativas do estado, o que totaliza 92,7% dos indivíduos. O número de árvores na região central de Aquidauana é bastante inferior ao recomendado, sendo necessário um plantio planejado de mudas, levando em consideração as peculiaridades da região central, sua estrutura e edificações. É aconselhável o uso de espécies nativas e que cada espécie não ultrapasse 15% de frequência, evitando a homogeneidade na arborização e reduzindo a chance de propago de doenças e parasitas, e consequentemente o elevado grau de perda de exemplares. |
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