De que vida trata a Biopolítica? Considerações sobre a inversão foucaultiana da máxima aristotélica

Neste artigo pretendo refletir sobre o sentido da afirmação foucaultiana à máxima de Aristóteles de que o homem era um animal vivo capaz de existência política, enquanto no homem moderno é a sua vida que está em questão política. O que tentarei mostrar é que não se trata de uma inversão entre os ter...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Nalli, Marcos
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR)
Repositorio:Revista de Filosofia Aurora (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucpr.br:article/24685
Acesso em linha:https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/24685
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Foucault. Aristóteles. Vida. Biopolítica.
Descrição
Resumo:Neste artigo pretendo refletir sobre o sentido da afirmação foucaultiana à máxima de Aristóteles de que o homem era um animal vivo capaz de existência política, enquanto no homem moderno é a sua vida que está em questão política. O que tentarei mostrar é que não se trata de uma inversão entre os termos da vida e da política, mas uma transformação radical da relação pela introdução de um elemento novo, a vida num enquadramento biológico.