A estética da banalidade: a obra de Jeff Koons entre a arte e a mercadoria
Esta dissertação analisa a obra do artista norte-americano Jeff Koons (1955-) em busca de uma melhor compreensão do lugar ocupado pelo campo das artes visuais na cultura contemporânea. Simultaneamente respaldado pelas principais instituições legitimadoras da arte, disputado por colecionadores e reco...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/17749 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17749 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Arte contemporânea Capitalismo tardio Estética Kitsch Mercadoria Contemporary art Late capitalism Aesthetics Commodity |
| Sumario: | Esta dissertação analisa a obra do artista norte-americano Jeff Koons (1955-) em busca de uma melhor compreensão do lugar ocupado pelo campo das artes visuais na cultura contemporânea. Simultaneamente respaldado pelas principais instituições legitimadoras da arte, disputado por colecionadores e reconhecido e admirado por um público muito mais amplo que o limitado circuito de habitués de exposições, Koons se situa num ponto privilegiado a partir do qual é possível estudar os múltiplos atravessamentos entre a arte e a mercadoria em um sistema de produção e circulação capitalista. Através de uma investigação dos elementos de uma estética popular e pequeno-burguesa comumente identificada pelo termo kitsch, o artista vem pondo em revista, ao longo de três décadas e meia de carreira, alguns pressupostos que ancoram os valores do campo das artes visuais, pondo em dúvida as demarcações que garantem ao campo das artes uma pretensa autonomia em relação ao universo degradado da mercadoria. Analisando as características formais e temáticas e os esquemas de produção da sua obra, buscamos compreender a experiência estética dentro de um sistema no qual bens simbólicos são mercadorias como tantas outras. |
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