Situação epidemiológica da brucelose bovina no Estado de Rondônia

Realizou-se um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da doença no Estado de Rondônia. O Estado foi estratificado em três circuitos produtores. Em cada circuito produtor foram amostradas aleatoriamente cerca de 300 propriedades e, dentro dessas, foi escolhido, de forma aleatória, um núme...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Villar, Karina de Senna, Amaku, Marcos, Dias, Ricardo Augusto, Ferreira Neto, José Soares, Benitez, Fabiano, Gonçalves, Vitor Salvador Picão, Figueiredo, Vera Cecília Ferreira de, Lôbo, José Ricardo, Ferreira, Fernando
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2009
País:Brasil
Recursos:Universidade de Brasília (UnB)
Repositório:Repositório Institucional da UnB
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/12379
Acesso em linha:http://repositorio.unb.br/handle/10482/12379
http://dx.doi.org/10.1590/S0102-09352009000700011
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Bovino - doenças - diagnóstico - Rondônia (RO)
Brucelose bovina
Bovino de leite - doenças - Rondônia (RO)
Brucella
Descrição
Resumo:Realizou-se um estudo para caracterizar a situação epidemiológica da doença no Estado de Rondônia. O Estado foi estratificado em três circuitos produtores. Em cada circuito produtor foram amostradas aleatoriamente cerca de 300 propriedades e, dentro dessas, foi escolhido, de forma aleatória, um número pré-estabelecido de animais, dos quais foi obtida uma amostra de sangue. No total, foram amostrados 9.717 animais, provenientes de 927 propriedades. Em cada propriedade amostrada foi aplicado um questionário epidemiológico para verificar o tipo de exploração e as práticas zootécnicas e sanitárias que poderiam estar associadas ao risco de infecção pela doença. O protocolo de testes utilizado foi o da triagem com o teste do antígeno acidificado tamponado e o reteste dos positivos com o teste do 2-mercaptoetanol. O rebanho foi considerado positivo, se pelo menos um animal foi reagente às duas provas sorológicas. As prevalências de focos e de animais infectados do Estado foram de 35,2% [32,1-38,4%] e 6,2% [4,9-7,6%], respectivamente. Os resultados para os circuitos pecuários foram: circuito 1, 41,9% [36,3-47,6%] e 8,3% [5,9-10,8%]; circuito 2, 31,7% [26,5-37,2%] e 5,9% [4,3-7,6%]; circuito 3, 31,9% [26,7-37,4%] e 4,6% [2,5-6,6%]. Os fatores de risco (odds ratio, OR) associados à condição de foco foram: histórico de aborto (OR= 1,42 [1,04-1,95]) e exploração de corte (OR= 1,75 [1,30-2,38]). ______________________________________________________________________________________________________________ ABSTRACT