Emprego de um modelo matemático de simulação do fluxo subterrâneo para definição de alternativas de explotação de um aquífero aluvial.

A adoção de modelos matemáticos, como ferramenta de suporte a decisão, vem aumentando a cada dia, em virtude de ter sido comprovada, sua eficiência e relativa facilidade de aplicação. Um aquífero Aluvial situado na área onde tinha sido implantado o Perímetro Irrigado de Sumé - PB, foi selecionado co...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: VIEIRA, Lucílio José dos Santos.
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2002
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Campina Grande (UFCG)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFCG
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:dspace.sti.ufcg.edu.br:riufcg/11143
Acceso en línea:https://dspace.sti.ufcg.edu.br/handle/riufcg/11143
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Modelo Matemático de Simulação
Fluxo Subterrâneo
Explotação
Aquífero Aluvial
Águas Subterrâneas
Barragem Submersa
Mathematical Simulation Model
Underground Flow
Exploitation
Alluvial Aquifer
Groundwater
Submerged Dam
Engenharia Civil
Descripción
Sumario:A adoção de modelos matemáticos, como ferramenta de suporte a decisão, vem aumentando a cada dia, em virtude de ter sido comprovada, sua eficiência e relativa facilidade de aplicação. Um aquífero Aluvial situado na área onde tinha sido implantado o Perímetro Irrigado de Sumé - PB, foi selecionado com o objetivo de utilizando um modelo matemático de fluxo subterrâneo bidimensional, definir alternativas para sua explotação. O modelo foi calibrado comparando os valores obtidos na modelagem com os valores obtidos em campo nos piezômetros instalado na área. Foram simuladas 08 (oito) situações distintas: o aquífero aluvial sem barragem subterrânea apos um ano hidrológico regular, o aquífero aluvial com barragem subterrânea apos um ano hidrológico regular, o aquífero aluvial com barragem subterrânea apos um ano hidrológico regular seguido de um ano de estio, o aquífero aluvial sem barragem subterrânea em um ano em que o nível d'água atingisse a cota do talvegue do rio, o aquífero aluvial sem barragem subterrânea em um ano em que o nível d'água atingisse a cota do talvegue do rio seguido de um ano de estio, o aquífero aluvial com barragem subterrânea em um ano em que o nível d'água atingisse a cota do talvegue do rio, o aquífero aluvial com barragem subterrânea em um ano onde o nível d'água atingisse a cota do talvegue do rio, seguido de um ano de estio, o aquífero aluvial apos um ano hidrológico regular, seguido de um ano de estio, sem barragem submersa. Com exceção da primeira situação, as demais são hipotéticas em relação aquela encontrada na área estudada, quando da observação. Como resultado, foi possível definir a disponibilidade hídrica do aquífero e indicar formas alternativas de explotação que viessem a atender as demandas e possibilitassem uma reativação parcial do Perímetro de Irrigação.