Novas expressões de centralidades urbanas e a diferenciação socioespacial: um olhar através das práticas espaciais

As cidades contemporâneas têm sido perpassadas pela emergência de novas áreas de concentração de comércios e serviços e pela densidade de fluxos em direção a essas áreas, o que caracteriza o surgimento de novas expressões de centralidades. O objetivo deste artigo é analisar a diferenciação socioespa...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Anastácio Alves da Silva, Késia, Moura de Lacerda Teixeira, Vanessa, Savério Sposito, Eliseu
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)
Repositorio:Geografares (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:periodicos.ufes.br:article/35452
Acceso en línea:https://periodicos.ufes.br/geografares/article/view/35452
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Reestruturação das cidades
multicentralidade/policentralidade
mobilidade urbana
cidades médias
reestruturação das cidades
centralidades
fragmentação socioespacial
Restructuring of cities
polycentrality/multicentrality
urban mobility
Middle-sized cities
centralities
socio-spatial fragmentation
Reestructuración de ciudades
policentralidad/multicentralidad
movilidad urbana
ciudades intermedias
fragmentación socioespacial
Restructuration des villes
polycentralité/multicentralité
mobilité urbaine
villes moyennes
centralités
fragmentation socio-spatiale
restructuration des villes
Descripción
Sumario:As cidades contemporâneas têm sido perpassadas pela emergência de novas áreas de concentração de comércios e serviços e pela densidade de fluxos em direção a essas áreas, o que caracteriza o surgimento de novas expressões de centralidades. O objetivo deste artigo é analisar a diferenciação socioespacial nos usos e apropriação em centros urbanos por parte de sujeitos que residem em habitats voltados à classe média e à elite. Duas cidades médias localizadas no estado de São Paulo são objetos da empiria: Ribeirão Preto e Presidente Prudente. A emergência de novas centralidades é analisada através da distribuição das atividades de comércios e serviços, aliada à reestruturação das cidades em curso. A frequentação, as preferências e motivações para realização de práticas espaciais em determinadas áreas centrais, lidas através de entrevistas qualitativas, clarificam o entendimento sobre as segmentações e diferenciações que caracterizam a produção de centralidades no contexto da urbanização contemporânea.