Avaliação da expressão gênica em placas ateroscleróticas de pacientes diabéticos e não diabéticos através da análise de fragmentos de placa obtidos por aterectomia direcionada
Introdução: A reestenose permanece sendo o principal desafio pós-implante de stents. Pacientes diabéticos apresentam doença coronária mais severa e taxas de reestenose que podem chegar a valores próximos a 20%. A busca por novas tecnologias que visem reduzir a proliferação neointimal é constante, co...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/194372 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/194372 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Diabetes mellitus Placa aterosclerótica Expressão gênica Aterectomia Reestenose coronária Stents Atherosclerotic coronary disease Intrastent restenosis Atherectomy Microarray Gene expression |
| Sumario: | Introdução: A reestenose permanece sendo o principal desafio pós-implante de stents. Pacientes diabéticos apresentam doença coronária mais severa e taxas de reestenose que podem chegar a valores próximos a 20%. A busca por novas tecnologias que visem reduzir a proliferação neointimal é constante, com o objetivo de reduzir a incidência de revascularização da lesão alvo. A terapia gênica vem ganhando espaço no tratamento de inúmeras doenças, embora ainda tenha um papel pouco expressivo no tratamento da doença aterosclerótica e da reestenose intrastent. Métodos: Placas ateroscleróticas de quarenta pacientes com doença coronariana sintomática foram obtidas por aterectomia direcional, que antecedeu o implante de stent não farmacológico. A análise do RNA de mais de 22.000 genes destas placas foi realizada com o Affymetrix GeneChip microarray system. Resultados: As placas de 28 pacientes foram consideradas adequadas para análise e inclusão no estudo. Destas, 10 eram de pacientes diabéticos. O microarranjo demonstrou 9 genes com expressão gênica aumentada nas placas ateroscleróticas dos diabéticos e 6 nas dos não diabéticos, com p < 0,01. Entre os genes mais expressos nos diabéticos, 2 estão envolvidos em processos fisiopatológicos que podem estar relacionados com a aterosclerose e a reestenose intrastent (VASP e MAD2L1BP). Conclusão: O estudo em questão identificou genes que podem estar relacionados a maior gravidade da doença aterosclerótica e a maior incidência de reestenose pós implante de stent coronário em pacientes diabéticos. Esses dados apontam genes que podem ser potenciais alvos em pesquisas de terapia gênica. |
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