A correria como forma de resistência negra em videoclipes do rap brasileiro.

O presente artigo analisa a produção dos videoclipes “Crime Bárbaro”, de Rincon Sapiência, “Corra”, de Djonga e o curta “Bluesman”, de Baco Exu do Blues, almejando compreender como tais artistas aliam os conceitos de identidade e resistência ao ato de fuga, caracterizado nos clipes pela corrida cont...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Santos, Solange Stéfane, Coração, Cláudio Rodrigues
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP)
Repositório:Repositório Institucional da UFOP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:repositorio.ufop.br:123456789/15020
Acesso em linha:http://www.repositorio.ufop.br/jspui/handle/123456789/15020
https://doi.org/10.12957/periferia.2021.53499
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Genocídio negro
Black genocide
Descrição
Resumo:O presente artigo analisa a produção dos videoclipes “Crime Bárbaro”, de Rincon Sapiência, “Corra”, de Djonga e o curta “Bluesman”, de Baco Exu do Blues, almejando compreender como tais artistas aliam os conceitos de identidade e resistência ao ato de fuga, caracterizado nos clipes pela corrida contínua empreendida pelos personagens principais. Busca-se também investigar como suas narrativas ajudam o espectador a compreender a correlação entre o racismo estrutural e o genocídio de jovens negros no Brasil. Por fim, intui-se estabelecer se o ato de correr empreendido nas narrativas ficcionais do videoclipe pode ser caracterizado através de uma perspectiva estética em torno de fronteiras e frestas culturais.