Farinha de Mosca da Fruta (Ceratitis Capitata) na alimentação de alevinos de Tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus)

Há muita busca por alimentos alternativos para compor as rações destinadas a aquicultura, que sejam capazes de manter a qualidade nutricional das dietas e ao mesmo tempo reduzir os custos com ingredientes convencionais. Com isso, a introdução de larvas de insetos nas dietas de animais de produção, p...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Barreto, Natália Carrilho
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPel - Guaiaca
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:guaiaca.ufpel.edu.br:prefix/13598
Acesso em linha:http://guaiaca.ufpel.edu.br/xmlui/handle/prefix/13598
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:CIENCIAS AGRARIAS
Nutrição
Aquicultura
Desempenho zootécnico
Farinha de inseto
Nutrtion
Aquaculture
Zootechnical performance
Insect flour
ZOOTECNIA
Descrição
Resumo:Há muita busca por alimentos alternativos para compor as rações destinadas a aquicultura, que sejam capazes de manter a qualidade nutricional das dietas e ao mesmo tempo reduzir os custos com ingredientes convencionais. Com isso, a introdução de larvas de insetos nas dietas de animais de produção, principalmente monogástricos, tem sido amplamente estudada por pesquisadores. Nesse sentido, o objetivo do presente estudo foi avaliar a utilização da farinha de Mosca da Fruta (Ceratitis capitata) na alimentação de alevinos de Tilápia-do-Nilo (Oreochromis niloticus). O estudo foi realizado no Laboratório de Ictiologia do Departamento de Zootecnia da Faculdade de Agronomia Eliseu Maciel da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), com duração de 62 dias, onde foram utilizados 200 alevinos de tilápia-do-Nilo, distribuídas aleatoriamente em 20 unidades experimentais de 50 litros acoplados em um sistema de recirculação de água com um filtro biológico, em um delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, denominados: T1 (0% de farinha de mosca da fruta), T2 (25% de farinha de mosca da fruta), T3 (50% de farinha de mosca da fruta), T4 (75% de farinha de mosca da fruta) e T5 (100% de farinha de mosca da fruta). Foram analisados os índices de desempenho como: peso final (g), ganho de peso (g), taxa de crescimento específico e comprimento padrão e total (cm), através das biometrias realizadas semanalmente durante o experimento. De acordo com os resultados encontrados, os tratamentos utilizando a farinha da mosca da fruta na dieta não apresentaram diferença estatisticamente significativa. No entanto, demonstram que a incorporação da farinha de mosca como fonte de proteína na dieta dos animais, não altera a palatabilidade e a qualidade da ração, visto que não influenciou negativamente o desempenho dos mesmos.