Prevalência e impacto da incontinência urinária na qualidade de vida de idosas institucionalizadas
A incontinência urinária (IU) é definida como qualquer perda involuntária de urina. Acomete mulheres de várias faixas etárias e apresenta alta incidência em idosas, afetando de forma significativa a qualidade de vida. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de IU em idosas institucional...
| Authors: | , , |
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| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2012 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) |
| Repository: | Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia |
| Language: | Portuguese |
| OAI Identifier: | oai:scielo:S1809-98232012000400002 |
| Online Access: | http://old.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1809-98232012000400002 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Incontinência urinária/epidemiologia Qualidade de vida Idoso/Mulheres Instituição de Longa Permanência para Idosos Análise de dados Pernambuco/Brasil |
| Summary: | A incontinência urinária (IU) é definida como qualquer perda involuntária de urina. Acomete mulheres de várias faixas etárias e apresenta alta incidência em idosas, afetando de forma significativa a qualidade de vida. O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de IU em idosas institucionalizadas e verificar sua influência na qualidade de vida. A amostra foi composta por 40 idosas institucionalizadas dos municípios de Petrolina e Juazeiro que tinham idade igual ou superior a 60 anos. Inicialmente, foram coletadas informações sociodemográficas, ginecológicas e sobre a presença de IU. Em seguida, as idosas que relataram perda de urina responderam ao questionário específico King's Health Questionnaire (KHQ). A análise de dados foi feita por meio de estatística descritiva. A presença de IU foi referida por 47,50% das idosas. O domínio do KHQ que sofreu maior interferência na qualidade de vida foi o de percepção de saúde com 51,31%; nos outros domínios, o impacto da IU foi considerado baixo, mas na escala de sintomas as idosas relataram que a IU afeta mais ou menos ou muito sua vida. Foi possível concluir que é elevada a prevalência de IU em idosas institucionalizadas, e observar que muitas vezes essas mulheres convivem com estes sintomas como algo intrínseco ao envelhecimento, não percebendo o quanto afetam sua qualidade de vida. |
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