Vamos juntas!: ações políticas online e o ecossistema midiático do ativismo feminista
Essa dissertação ancora-se no esforço de montar um mapeamento inicial daquilo entendemos como o ecossistema midiático do ativismo feminista. Partimos da premissa de que para entender o impacto destas manifestações é preciso analisalas em conjunto. Nosso objetivo é traçar inferências sobre quais dinâ...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/16589 |
| Acceso en línea: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/16589 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Feminismo Hashtag Ecossistema Ativismo Online Ativismo Feminism Ecossystem Online Activism |
| Sumario: | Essa dissertação ancora-se no esforço de montar um mapeamento inicial daquilo entendemos como o ecossistema midiático do ativismo feminista. Partimos da premissa de que para entender o impacto destas manifestações é preciso analisalas em conjunto. Nosso objetivo é traçar inferências sobre quais dinâmicas podem ter levado as conquistas políticas delas provenientes, entendidas aqui a partir de dois episódios: a tipificação do crime de importunação sexual no Brasil, através da Lei 13.718 de 2018 e as demissões em massa por assédio sexual, decorrentes do movimento #MeToo - que teve origem nos Estados Unidos em 2017. Primeiro categorizaremos os players e formatos de ação envolvidos nos protestos. Depois, através dos dois estudos de caso, desejamos testar a hipótese de que as dinâmicas que permeiam a massificação do movimento são as mesmas observadas por Benkler, Farris e Robert (2018) ao analisarem a ascensão da extrema direita americana – que encontra seu auge na eleição de Donald Trump. |
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