Estresse entre profissionais de enfermagem em unidade de terapia intensiva

A dor é comum entre os pacientes oncológicos, principalmente aqueles que são expostos a procedimentos invasivos, não é simples para o profissional a avaliação da experiência dolorosa, pois envolve fatores multidimensionais. O objetivo foi apresentar as principais escalas de mensuração da dor, enfati...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Santos, Maria Joelma dos, Marques Guedes, Viviane
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Instituto Enfservic
Repositório:Revista Recien (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:ojs2.recien.com.br:article/201
Acesso em linha:https://www.recien.com.br/index.php/Recien/article/view/201
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Estresse
Enfermagem
Unidade de Terapia Intensiva
Descrição
Resumo:A dor é comum entre os pacientes oncológicos, principalmente aqueles que são expostos a procedimentos invasivos, não é simples para o profissional a avaliação da experiência dolorosa, pois envolve fatores multidimensionais. O objetivo foi apresentar as principais escalas de mensuração da dor, enfatizando a melhor forma de atender o paciente oncológico e a construção de uma cartilha com as principais escalas para consulta dos profissionais da saúde. Trata-se de um estudo descritivo baseado na revisão tradicional da literatura, O levantamento de literatura ocorreu por meio de estudos indexados nas bases de dados LILACS, SCIELO e BDENF. As principais escalas apresentadas são: Escala Visual Numérica, Escala Visual Analógica, Escala de Descritores Verbais, Escala de Faces, Pain Assessment in Advanced Dementina, Questionário de Dor McGill. As escalas dão subsídios para que os profissionais identifiquem as alterações presentes nos pacientes usando assim a intervenção adequada. É preciso empenho do enfermeiro em aplicar a escala adequada, de forma individualizada. A cartilha incentiva a equipe de enfermagem quanto à importância da utilização das escalas de dor de acordo com a necessidade do paciente, garantindo um tratamento humanizado e a melhor terapia.