Revertendo relações e produzindo contextos: colaborações entre antropologias, museus e povos indígenas
Esta pesquisa busca refletir sobre as relações, colaborações e reversões entre a antropologia, os museus etnográficos e os povos indígenas. Se no século XIX a antropologia nasceu dentros dos museus etnográficos e construiu as categorias de inteligibilidade da diferença tomando os objetos como metoní...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFJF |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/16295 |
| Acesso em linha: | https://doi.org/10.34019/ufjf/di/2023/00153 https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/16295 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | CNPQ::CIENCIAS HUMANAS Antropologia Museus etnográficos Povos indígenas Museus indígenas Indigenização Colaboração Antropologia nativa Anthropology Ethnographic museums Indigenous people Indigenous museums Indigenization Collaboration Native anthropology |
| Resumo: | Esta pesquisa busca refletir sobre as relações, colaborações e reversões entre a antropologia, os museus etnográficos e os povos indígenas. Se no século XIX a antropologia nasceu dentros dos museus etnográficos e construiu as categorias de inteligibilidade da diferença tomando os objetos como metonímia do Outro, assistimos, contemporaneamente, os povos indígenas se apropriarem dos museus e formularem políticas de autorrepresentação da própria cultura. As instituições da ciência moderna e do colonialismo estão sendo recontextualizadas a partir das políticas indígenas locais. Olhando para o processo colaborativo entre a Universidade Federal de Juiz de Fora e o Povo Apyãwa (Tapirapé), de 2020 a 2022, com vistas à elaboração de um museu em sua aldeia central, procuro repensar os enunciados da cultura produzidos pelos povos indígenas e o próprio fazer antropológico. Seriam os museus indígenas uma forma de antropologia nativa? De que forma os processos colaborativos dessas experimentações museológicas indígenas transformam o próprio fazer antropológico? |
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