[pt] A DOUTRINA DA GRAÇA EM SANTO AGOSTINHO E OS SEUS DESDOBRAMENTOS EM KARL BARTH

[pt] A presente dissertação se propõe a fazer uma síntese teológica da teologia da graça em Santo Agostinho e da teologia dialética de Karl Barth. E mostrar que, embora os dois tenham usado de base a carta de Paulo aos Romanos para fundamentarem suas respectivas teologias, usaram epistemologias comp...

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Detalhes bibliográficos
Autor: ELIARDE GALDINO DOS SANTOS
Formato: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)
Repositorio:Repositório Institucional da PUC-RIO (Projeto Maxwell)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:MAXWELL.puc-rio.br:59023
Acesso em linha:https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=59023&idi=1
https://www.maxwell.vrac.puc-rio.br/colecao.php?strSecao=resultado&nrSeq=59023&idi=2
http://doi.org/10.17771/PUCRio.acad.59023
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:[pt] JUSTIFICACAO
[pt] KARL BARTH
[pt] CARTA AOS ROMANOS
[pt] GRACA
[pt] SANTO AGOSTINHO
[en] JUSTIFICATION
[en] KARL BARTH
[en] LETTER TO THE ROMANS
[en] GRACE
[en] SAINT AUGUSTIN
Descrição
Resumo:[pt] A presente dissertação se propõe a fazer uma síntese teológica da teologia da graça em Santo Agostinho e da teologia dialética de Karl Barth. E mostrar que, embora os dois tenham usado de base a carta de Paulo aos Romanos para fundamentarem suas respectivas teologias, usaram epistemologias completamente diferentes. Nossa pesquisa tencionar mostrar que, enquanto Santo Agostinho fazia todas as coisas dependerem da Graça Divina, creditando a Cristo o mérito de tudo, Karl Barth ontologizou demais o tema do pecado. Nossa pesquisa objetiva mostrar que, embora os dois trabalharam demais as palavras pecado e redenção, palavras essas que gravitam em toda história da salvação, o escopo da teologia de Santo Agostinho está na graça. Enquanto que, Karl Barth deu mais ênfase a questão do pecado e seu efeito catastrófico, que estabeleceu uma crise entre Deus e o homem. Daí a teologia da crise. Mas também a teologia dialética, que acontece através de uma autodoação e uma autocomunicação entre Deus e a humanidade, pois o Não-Deus foi superado a partir do sim pronunciado através da obra de Cristo.