A coerência entre conhecimentos, objetivos e métodos na prática do assistente social
Este trabalho procura apresentar e analisar a pratica profissional de Serviço Social, especificamente a de um grupo de assistentes sociais que vem se mostrando preocupado com sua ação e, vem procurando, através de estudos sistemáticos, orientá-la na direção dos reais intereses de sua "clientela...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | dissertação |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 1983 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositório: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/66406 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/66406 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Serviço Social - prática profissional; Assistente social; Práticas em serviço social |
| Resumo: | Este trabalho procura apresentar e analisar a pratica profissional de Serviço Social, especificamente a de um grupo de assistentes sociais que vem se mostrando preocupado com sua ação e, vem procurando, através de estudos sistemáticos, orientá-la na direção dos reais intereses de sua "clientela". Esta prática ê analisada a partir das relações que se estabelecem entre os conhecimentos que fundamentam a ação, os objetivos que a orientam e a metodologia usada para que eles sejam atingidos. A análise revela que os profissionais não se encontram nas mesmas condições, nem referenciados aos mesmos conhecimentos, mas coerentes dentro de suas posições. Podem ser divididos em dois grupos: o primeiro, critica a prática tradicional de Serviço Social, sem conseguir superâ-la e sem reconhecer que permanece circunscrito a seus limites. O segundo grupo, tenta uma superação da prática tradicional, mas escapa também ao discurso reconceituado, no que ele tem de extremista, realizando ações que se pretendem inscrever numa posição não conformista,através principalmente do questionamento da ordem institucional e do real privilegiamento da "clientela" do Serviço Social. |
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