Pelas ruas de Cachoeira: arquitetura colonial que resistiu ao tempo
A cidade baiana de Cachoeira, situada a 100 km de da capital Salvador, foi ao longo dos séculos XVIII e XIX, região produtora de açúcar, com uso de mão-de-obra escrava e também produtora de tabaco, utilizado na compra de escravos na costa africana. Situada às margens do Rio Paraguaçu, a cidade teve...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Ponto Urbe |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/217522 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pontourbe/article/view/217522 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ensaio fotográfico Cachoeira Bahia arquitetura colonial Antropologia Antropologia Urbana Ponto Urbe Ciências Sociais |
| Sumario: | A cidade baiana de Cachoeira, situada a 100 km de da capital Salvador, foi ao longo dos séculos XVIII e XIX, região produtora de açúcar, com uso de mão-de-obra escrava e também produtora de tabaco, utilizado na compra de escravos na costa africana. Situada às margens do Rio Paraguaçu, a cidade teve momentos de grande parte da produção agrícola da Bahia, principalmente açúcar e fumo. Além disso, Cachoeira foi historicamente, devido a sua privilegiada localização, cruzamento de rotas de escravos, negros fugidos e quilombolas. Este fato agregou na região comunidades que se instalaram nos antigos engenhos desativados. Hoje, essas comunidades se reconhecem como remanescentes de quilombos e mantêm vivas tradições culturais e cultivam basicamente mandioca e dendê. |
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