O real do narrador fantástico – uma análise de Viver para contar, de Gabriel García Márquez
Viver para contar é a obra autobiográfica de Gabriel García Márquez, um dos escritores mais expressivos do Real Maravilhoso. Em suas obras, o autor representa a realidade latin-americana, apresentando como o fantástico é um elemento que convive cotidianamente na realidade do continente. Em sua autob...
| Autor: | |
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| Tipo de documento: | artigo |
| Estado: | Versão publicada |
| Data de publicação: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade do Estado da Bahia (UNEB) |
| Repositório: | Grau Zero |
| Idioma: | português |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.uneb.br:article/3286 |
| Acesso em linha: | https://revistas.uneb.br/index.php/grauzero/article/view/3286 |
| Access Level: | Acceso aberto |
| Palavra-chave: | Autobiografia Gabriel García Márquez Literatura latino-americana |
| Resumo: | Viver para contar é a obra autobiográfica de Gabriel García Márquez, um dos escritores mais expressivos do Real Maravilhoso. Em suas obras, o autor representa a realidade latin-americana, apresentando como o fantástico é um elemento que convive cotidianamente na realidade do continente. Em sua autobiografia, o autor revela sua trajetória, destacando as experiências e os personagens que influenciaram sua criação literária. O presente trabalho busca analisar a obra a partir das reflexões teóricas sobre o Pacto Autobiográfico, de Phelippe Lejeune (2008). [Recebido: 5 set. 2015 – Aceito: 7 nov. 2015] |
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