Infecção por pegivírus humano 1 em transplantados renais: características clínicas e laboratoriais em uma coorte no município de Belém, Pará
O Pegivirus humano 1 (HPgV-1) é um vírus linfotrópico de transmissão parenteral e sexual, atualmente não está associado a nenhuma condição clínica. Os indivíduos submetidos a transplante renal, constituem um importante grupo de risco, devido sua condição clínica e aos procedimentos que são expostos,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2020 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Evandro Chagas (IEC) |
| Repositorio: | Repositório Digital do Instituto Evandro Chagas (Patuá) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:patua.iec.gov.br:iec/4484 |
| Acceso en línea: | https://patua.iec.gov.br/handle/iec/4484 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Vírus GB C / patogenicidade Infecções por Flaviviridae / virologia Nefropatias Transplante de Rim Hospedeiro Imunocomprometido / imunologia |
| Sumario: | O Pegivirus humano 1 (HPgV-1) é um vírus linfotrópico de transmissão parenteral e sexual, atualmente não está associado a nenhuma condição clínica. Os indivíduos submetidos a transplante renal, constituem um importante grupo de risco, devido sua condição clínica e aos procedimentos que são expostos, o impacto da infecção por HPgV-1 nesses indivíduos ainda é pouco conhecido. O objetivo do estudo foi determinar a prevalência de infecção por HPgV-1 frente às características clínicas e laboratoriais de indivíduos submetidos a transplante renal atendidos no Hospital Ophir Loyola, Belém, Pará, Brasil. Amostras de soro/plasma de 54 participantes submetidos a transplante renal, de um período de 7 meses de acompanhamento, foram submetidas a detecção do RNA viral e sequenciamento nucleotídico. O RNA do HPgV-1 foi detectado em 25,9% dos indivíduos, não tendo nenhuma diferença signficativa nas frequências da infecção frente às características sociodemográficas e clínicas, com exceção ao tempo de hemodiálise. O genótipo 2 foi o mais frequente (78,6%), seguido do genótipo 1 (14,3%) e do genótipo 3 (7,1%). Nossos resultados sugerem que o monitoramento da infecção em doadores e receptores de transplante renal pode ajudar a melhorar o entendimento do desenvolvimento e tratamento desses pacientes. Mais estudo são necessários para elucidar e avaliar o impacto da infecção pelo HPgV-1 em indivíduos transplantados renais. |
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