Visibilidade versus opacidade: análise dos enquadramentos e dos agendamentos das reportagens das revistas impressas; Veja, Época, Carta Capital e IstoÉ frente à implantação das políticas afirmativas nas universidades brasileiras

Este trabalho pretende analisar os enquadramentos e discutir o papel de agendamento da mídia impressa (no que diz respeito às revistas Veja, Época, Istoé e Carta Capital) com relação à implantação das políticas afirmativas nas universidades públicas do Brasil. Em um primeiro momento foram analisadas...

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Bibliographic Details
Author: Almeida, Ana Paula Evangelista de
Format: master thesis
Status:Published version
Publication Date:2013
Country:Brasil
Institution:Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Repository:Repositório Institucional da UFJF
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:hermes.cpd.ufjf.br:ufjf/1215
Online Access:https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1215
Access Level:Open access
Keyword:CNPQ::CIENCIAS HUMANAS::SOCIOLOGIA
Políticas afirmativas
Revistas impressas
Enquadramento
Agendamento midiático
Agenda setting
Policies affirmative
Framing
Magazines
Description
Summary:Este trabalho pretende analisar os enquadramentos e discutir o papel de agendamento da mídia impressa (no que diz respeito às revistas Veja, Época, Istoé e Carta Capital) com relação à implantação das políticas afirmativas nas universidades públicas do Brasil. Em um primeiro momento foram analisadas as mais extensas reportagens publicadas sobre o tema, desde abril de 2002 até abril de 2012, totalizando um total de 39 matérias. Para o propósito apresentado com relação à hipótese de um possível agendamento, foram realizadas 16 entrevistas semiestruturadas com leitores/assinantes das revistas, o que permitiu avaliar também, ainda que de forma sucinta, o perfil desses leitores, cruzando dados com relação ao seu capital simbólico. Nossa análise permitiu afirmar que esses meios de comunicação colaboraram através de um posicionamento parcial e por meio de um jogo de interesses que envolvem os campos políticos e econômicos, não apenas para desarticular ou fortalecer o poder do governo quanto à criação dessa política, mas para influenciar as reflexões dos indivíduos sobre as possíveis consequências, em especial negativas, da implantação dessa nova medida educacional.