Juventude, associativismo e economia solidária : “não é por centavos, é por direitos”

Este artigo destaca o direito à promoção de formas coletivas de organização para o trabalho, de redes de economia solidária e da livre associação. Entende que em vez de “salvadores da pátria” ou sujeitos de assistência social, os jovens devem ser considerados como sujeitos de direitos, entre os quai...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Fischer, Maria Clara Bueno, Pereira, Anny, Tiriba, Lia
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2013
País:Brasil
Recursos:Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)
Repositorio:Repositório Institucional da IPEA (RCIpea)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/3831
Acesso em linha:http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3831
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Juventude e trabalho
Associativismo
Economia solidária
Políticas sociais
Autogestão
Descrição
Resumo:Este artigo destaca o direito à promoção de formas coletivas de organização para o trabalho, de redes de economia solidária e da livre associação. Entende que em vez de “salvadores da pátria” ou sujeitos de assistência social, os jovens devem ser considerados como sujeitos de direitos, entre os quais o direito ao trabalho associado. Em uma perspectiva distinta da “empregabilidade” e do “empreendedorismo”, ou seja, em um horizonte que busca contrariar a lógica do sistema capital. Afirma que as experiências de trabalho associado incorporam dimensões objetivas e subjetivas, de cunho emancipador, nos processos de construção de liberdade e autonomia. Nesse horizonte, indica a necessidade de políticas públicas de economia solidária que contribuam para o exercício da autogestão do trabalho, do território e de outras instâncias da vida social.