Espaços de Morte e Representações Sociais de Travestis na Cidade de Ponta Grossa – Paraná. DOI: 10.5212/Rlagg.v.4.i1.3069

O objetivo desta discussão é compreender a relação entre espaço e morte nas representações sociais de travestis em Ponta Grossa - Paraná. Para tanto foram realizadas oito entrevistas com pessoas que se auto-identificaram como travestis, moradoras da cidade de Ponta Grossa. Para conduzir a entrevista...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autores: Cabral, Vinicius, Silva, Joseli Maria, Ornat, Marcio Jose
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Repositorio:Revista Latino-americana de Geografia e Gênero
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:uepg.br:article/4363
Acesso em linha:https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/4363
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Travesti
Morte
Espaço Urbano
Descrição
Resumo:O objetivo desta discussão é compreender a relação entre espaço e morte nas representações sociais de travestis em Ponta Grossa - Paraná. Para tanto foram realizadas oito entrevistas com pessoas que se auto-identificaram como travestis, moradoras da cidade de Ponta Grossa. Para conduzir a entrevista foi utilizado um roteiro semi-estruturado de questões relativas às suas experiências de ameaça, risco de morte de si mesmas e de outras travestis. O trabalho evidenciou que as espacialidades vinculadas ao risco de morte são o território da prostituição travesti, a cidade, a casa, os hospitais, as delegacias, as boates, os velórios, e a vizinhança. O trabalho revela que o espaço geográfico é uma dimensão da sociedade, em que o padrão hegemônico é a heteronormatividade. Desta forma, todos os que não se enquadram na heteronormatividade, acabam sofrendo severas punições, através do espaço geográfico.