Investigating bilinguals’ sensitivity to English regular past morphology: a self-paced reading experiment with Brazilian learners

É sabido que bilíngues do inglês como língua adicional (L2) têm dificuldade com a produção de morfemas flexionais, tais como -s da terceira pessoa singular do presente, e -ed de passado regular. Uma possível explicação estaria na insensibilidade dos aprendizes em relação à presença dos morfemas flex...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Marisa Mendonça Carneiro
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/50582
Acesso em linha:https://doi.org/10.1590/1984-6398201611101
http://hdl.handle.net/1843/50582
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Língua inglesa - Pronúncia estrangeira
Língua inglesa - Morfemas
Descrição
Resumo:É sabido que bilíngues do inglês como língua adicional (L2) têm dificuldade com a produção de morfemas flexionais, tais como -s da terceira pessoa singular do presente, e -ed de passado regular. Uma possível explicação estaria na insensibilidade dos aprendizes em relação à presença dos morfemas flexionais, mostrado por latências maiores em experimentos de tempo de reação, quando comparados a latências de nativos. Tendo isto em vista, o objetivo deste estudo é investigar se bilíngues brasileiros são sensíveis ao morfema de passado em um experimento de leitura auto-cadenciada. A análise estatística dos resultados mostrou que bilíngues não são sensíveis ao morfema de passado. Os resultados são discutidos à luz da teoria de Morfologia Distribuída e de estudos anteriores sobre produção e processamento morfológico na L2