O monumento habitado: a preservação de sítios históricos na visão dos habitantes e dos arquitetos especialistas em patrimônio. O caso de Parnaíba

Com o pressuposto de que o comportamento depende da imagem, esta investigação explora variadas formas de apreensão do espaço construído da parte tradicional de uma cidade, composta pelo núcleo de origem e primeiras expansões, no qual é reconhecido um sítio histórico. Imagens e anseios de preservação...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Maria Freire Figueiredo, Diva
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2001
País:Brasil
Recursos:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/3623
Acesso em linha:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/3623
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Preservação Ambiental
Sítios Históricos
Preservação
Descrição
Resumo:Com o pressuposto de que o comportamento depende da imagem, esta investigação explora variadas formas de apreensão do espaço construído da parte tradicional de uma cidade, composta pelo núcleo de origem e primeiras expansões, no qual é reconhecido um sítio histórico. Imagens e anseios de preservação ou transformação deste espaço nas visões dos habitantes e de arquitetos especialistas em patrimônio são estudados pelas representações das edificações do sítio histórico de Parnaíba, cidade antiga do litoral do Piauí, surgida durante o apogeu da economia do gado no nordeste brasileiro. Utilizando a Teoria das Representações Sociais de Moscovici, como base teórica, a Teoria das Facetas e as Classificações Múltiplas, no desenho da investigação, e técnicas Multidimensionais MSA e SSA, nas análises dos dados, foram caracterizadas duas visões da preservação dos sítios históricos, previstas na hipótese da pesquisa - visão leiga, baseada na experiência e visão técnica, na doutrina patrimonial - ambas fortemente influenciadas pela época das edificações. Algumas edificações antigas, pela forma hegemônica de suas representações nos grupos investigados, foram interpretadas como representações culturais; outras, partilhadas por determinado grupo através do uso ou da forma, como representações emancipadas; e aquelas não compartilhadas pelos grupos ou dentro deles, simplesmente como representações cognitivas individuais