O impacto da pandemia COVID-19 em cadeias curtas de produção: um estudo de caso na feira livre de Palmas (PR)

As feiras livres integram os circuitos curtos e aparecem como modalidade de mercado alternativo ao aproximar o consumidor do produtor, ao mesmo tempo em que se apresentam como um importante agente na diversificação de renda para os agricultores familiares e sua permanência nas atividades rurais. As...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Zanella , Cleunice, Piasentini , Elisangela, da Silva , Leocadia Candido, Leite , Maurício
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Recursos:Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo (SINSESP)
Repositorio:GeSec
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.revistagesec.org.br:article/1847
Acesso em linha:https://ojs.revistagesec.org.br/secretariado/article/view/1847
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Cadeias Curtas
Feiras Livres
Agricultura Familiar
COVID19
Descrição
Resumo:As feiras livres integram os circuitos curtos e aparecem como modalidade de mercado alternativo ao aproximar o consumidor do produtor, ao mesmo tempo em que se apresentam como um importante agente na diversificação de renda para os agricultores familiares e sua permanência nas atividades rurais. As feiras são a maior e, em alguns casos, única alternativa de renda para os feirantes. Contudo seu funcionamento foi impedido a partir da emissão dos decretos, inicialmente de restrições e posteriormente de proibição de atendimento presencial A suspensão das feiras livres e diversas outras medidas de restrições para diminuir a circulação de pessoas, foi essencial para evitar ou diminuir o contágio da doença, mas essas restrições afetaram a economia e as finanças dos feirantes, uma vez que a feira garante rendimentos para manutenção familiar. O estudo tem como objetivo analisar os impactos da pandemia para os feirantes de Palmas (PR). Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa, realizada por meio de survey. Os resultados indicam que a feira livre é para 60% dos feirantes a principal fonte de renda da unidade familiar e para 40% um importante ponto de venda, e que os produtores tiveram grande redução em suas vendas, muitos chegaram a ter perda de 100% dos recursos e, mesmo desenvolvendo novas formas de comercialização, as perdas chegaram a mais de 50%.