ELECTRA ENLUTADA (1931), DE EUGENE O’NEILL: O TRÁGICO NA CONSTRUÇÃO DA CASA DOS MANNON
O presente texto propõe uma reflexão sobre alguns dos fatores determinantes dos processos miméticos empregados na elaboração de Electra enlutada (1931). Tratamos, mais especificamente, do sentido de tragicidade do mito de Electra. Consideramos, nesse percurso, as relações de intertextualidade para c...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário Campos de Andrade (UNIANDRADE) |
| Repositorio: | Scripta Alumni (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.www.uniandrade.br:article/251 |
| Acceso en línea: | https://revista.uniandrade.br/index.php/ScriptaAlumni/article/view/251 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mímesis. Mito de Electra. Electra enlutada. Palácio. |
| Sumario: | O presente texto propõe uma reflexão sobre alguns dos fatores determinantes dos processos miméticos empregados na elaboração de Electra enlutada (1931). Tratamos, mais especificamente, do sentido de tragicidade do mito de Electra. Consideramos, nesse percurso, as relações de intertextualidade para com a Electra (413. a. C.), de Eurípides, a obra homônima (entre 420 a. C. e 413 a. C.) de Sófocles, assim como para com a Oréstia (458 a. C.) de Ésquilo, para estudar como a concreção do substrato mítico grego dialoga com as estratégias de composição e manifestação do trágico na obra em questão, tendo em vista, na trilogia de Eugene O’Neill, o modo de construção da casa dos Mannon. DOI: 10.18304/1984-6614/scripta.alumni.n14p160-175 |
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