A AMBIVALÊNCIA DA MORTE: REFLEXÕES ESCATOLÓGICAS A PARTIR DO PERSONAGEM DE JUDAS DO TEATRO DA PAIXÃO DE JESUS EM NOVA JERUSALÉM – PE

As artes são também formas reflexivas para pensar as questões mais profundas que tocam o ser humano. Neste texto, temos por objetivo refletir sobre dois significados antagônicos para a morte humana: o primeiro, dado por Plínio Pacheco através do personagem de Judas, em sua peça Jesus, da encenação d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Souza, Alzirinha Rocha de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Recursos:Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)
Repositorio:Teoliterária
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/48169
Acesso em linha:https://revistas.pucsp.br/index.php/teoliteraria/article/view/48169
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Teatro
Morte
Jesus
Judas
Escatologia.
Descrição
Resumo:As artes são também formas reflexivas para pensar as questões mais profundas que tocam o ser humano. Neste texto, temos por objetivo refletir sobre dois significados antagônicos para a morte humana: o primeiro, dado por Plínio Pacheco através do personagem de Judas, em sua peça Jesus, da encenação da Paixão de Jesus Cristo de Nova Jerusalém em Pernambuco – Brasil, e o segundo, da morte de Cristo na cruz a partir do pensamento do teólogo espanhol Juan Luis Ruiz de la Peña. Para tanto, iniciamos nossa reflexão pela relação cultura-religião no Nordeste brasileiro, passando à apresentação do texto das cenas de Judas na peça teatral para chegarmos à reflexão sobre a escatologia cristã à luz do pensamento de Ruiz de la Peña.