Aspectos epidemiológicos da epididimite em pequenos ruminantes: isolamento, caracterização molecular e diagnóstico diferencial.

Esta tese é composta por três capítulos. No Capítulo I, foi realizada uma infecção experimental em dois caprinos (animais 1 e 2) e dois ovinos (animais 3 e 4) com uma cepa de Actinobacillus seminis isolada de caprino no Brasil. Foram utilizadas amostras de sêmen, punção e fragmentos de epidídimo, du...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SANTOS, Fabrine Alexandre dos.
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Repositório Institucional da UCB
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:localhost:riufcg/25734
Acceso en línea:http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/25734
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Epidemiologia Veterinária
Epididimite - pequenos ruminantes
Inoculação experimental
Actinobacillus seminis
Brucelose ovina
Ovinos - brucelose
Estudo sorológico
Sorologia
Infecção experimental - caprinos - Actinobacillus seminis
Exames hispatológicos
Epidídimo - fragmentos
Testículo - pequenos ruminantes
Teste de IDGA
Banco de soros - CSTR UFCG
Laboratório de Doenças transmissíveis - CSTR UFCG
Veterinary Epidemiology
Epididymitis - small ruminants
Experimental inoculation
Sheep brucellosis
Serological study
Serology
Experimental infection - goats - Actinobacillus seminis
Histopathological exams
Epididymis - fragments
Testicle - small ruminants
IDGA test
Serum Bank - CSTR UFCG
Laboratory of Communicable Diseases - CSTR UFCG
Medicina Veterinária
Descripción
Sumario:Esta tese é composta por três capítulos. No Capítulo I, foi realizada uma infecção experimental em dois caprinos (animais 1 e 2) e dois ovinos (animais 3 e 4) com uma cepa de Actinobacillus seminis isolada de caprino no Brasil. Foram utilizadas amostras de sêmen, punção e fragmentos de epidídimo, ducto deferente, testículos e glândulas seminíferas, para o exame histopatológico, cultivo microbiológico e diagnóstico molecular. Na avaliação clínica observou-se aumento unilateral de consistência firme após 30 dias no epidídimo e testículo do animal 4 que continuou até o dia da eutanásia, bem como o animal 1 apresentou discreto aumento unilateral dos testículos. As lesões macroscópicas e microscópicas observadas nos animais 3 e 4 foram compatíveis com aquelas causadas pela infecção por A. seminis. A. seminis foi isolado de material de punção, fragmento de testículo e sêmen de um ovino, animal 4. No Capítulo II, objetivou-se avaliar, experimentalmente em 15 caprinos, a patogenicidade do isolado denominado SAAS01 (A. seminis). Os animais foram analisados clinicamente no período de 12 semanas, e na ocasião foram feitas coletas de sêmen por eletro-ejaculação e a mensuração do diâmetro escrotal a cada 20 dias. Esses animais foram desafiados com 2 mL de suspensão contendo 1,2 x 10⁹ UFC/mL de A. seminis (isolado SAAS01) pelas vias: intraprepucial, cauda do epidídimo e via conjuntival. Na avaliação clínica pode-se observar aumento unilateral de consistência firme após 30 dias no epidídimo e testículo dos animais 18, 51 e 57 que continuou até o dia da eutanásia. Os animais 51 e 57 apresentaram achados histopatológicos com alterações macroscopicamente e microscopicamente significativas. Foi possível o isolamento de colônias pequenas (1 a 2 mm), lisas, brilhantes e sem pigmento a partir de material de sêmen dos animais 18, 51 e 57 colhido na 3ª e 4ª coleta. Amplificou-se DNA de A. seminis a partir de sêmen dos animais 00, 12, 18, 22, 51 e 57, e de fragmentos de testículo dos animais 12 e 57. No Capítulo III, objetivou-se selecionar amostras de ovinos sorologicamente positivos no teste de IDGA, de ambos os sexos, e de vários estados do Nordeste (PI, CE, SE, PB, RN), sendo 130 do banco de soros da Embrapa Caprinos e Ovinos provenientes dos animais testados (n= 2465 ovinos) e 41 do banco de soros do Laboratório de Doenças Transmissíveis do CSTR/UFCG (n= 1134 ovinos), totalizando 171 ovinos positivos, e se comparou com os testes de Fixação do Complemento (FC) e ELISA de competição. No teste de FC não se observou sorologia positiva, enquanto no ELISA quatro animais (2,33%) apresentaram-se soropositivos e 20 animais (11,69%) suspeitos.