SOBRE PACIFICAÇÃO E REORGANIZAÇÃO: A GUARDA NACIONAL E A PROVÍNCIA DO RIO GRANDE DO SUL APÓS A REVOLUÇÃO FARROUPILHA

A consolidação e a manutenção de certa ordem nas fronteiras após a guerra civil farroupilha teve como protagonista a ação de distribuição dos comandos de fronteira e dos comandos superiores de guardas nacionais. A análise desse processo é fundamental e revela a abertura de lugares de poder nos quais...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Mugge, Miquéias Henrique
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Oficina do Historiador
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistaseletronicas.pucrs.br:article/18999
Acceso en línea:https://revistaseletronicas.pucrs.br/oficinadohistoriador/article/view/18999
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Guarda Nacional. Revolução Farroupilha. Pacificação.
Descripción
Sumario:A consolidação e a manutenção de certa ordem nas fronteiras após a guerra civil farroupilha teve como protagonista a ação de distribuição dos comandos de fronteira e dos comandos superiores de guardas nacionais. A análise desse processo é fundamental e revela a abertura de lugares de poder nos quais potentados locais disputavam influência e legitimidade. No extremo sul do Império do Brasil o processo de construção do Estado está, sobretudo, acompanhado por questões relativas ao espaço platino no qual a região se inseria. As conjunturas de paz e guerra deste espaço faziam com que grande parcela do cotidiano de pessoas que ali moravam fosse tomada por preocupações e sentimentos relativos não só à construção do Estado brasileiro, mas também, com alguma ênfase, ao nascimento e consolidação das nações argentina e uruguaia. Neste sentido, este trabalho pretende retomar as relações entre as guerras, as forças armadas e a consolidação do Estado a partir de seus atores. Inserindo-se em tendências renovadas dos estudos militares, na retomada dos estudos de elites no Brasil e tomando para si a percepção de certa preponderância dos espaços de poder intermediários como importante chave de entendimento para os processos históricos, esse trabalho analisa o fortalecimento e a centralização do Império do Brasil, investigando o contexto a partir da trajetória de indivíduos (e, assim, de suas escolhas).