Controle glicêmico em pacientes com diabetes mellitus e doença cardiovascular acompanhados em ambulatório de referência
INTRODUÇÃO: O controle da hiperglicemia característica do diabetes mellitus é parte importante do seu tratamento, e se associa, em longo prazo, à redução de complicações crônicas da doença. No entanto, atingir bom controle glicêmico não é tarefa fácil; múltiplas abordagens têm sido buscadas com este...
| Autores: | , , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/158829 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/158829 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Diabetes mellitus Doenças cardiovasculares Automonitorização da glicemia Hipertensão Hemoglobinas glicadas Assistência ambulatorial Diabetes melitus Cardiovascular diseases Hypertension Hemoglobin A Glycosylated Ambulatory care |
| Sumario: | INTRODUÇÃO: O controle da hiperglicemia característica do diabetes mellitus é parte importante do seu tratamento, e se associa, em longo prazo, à redução de complicações crônicas da doença. No entanto, atingir bom controle glicêmico não é tarefa fácil; múltiplas abordagens têm sido buscadas com este intuito. Nosso objetivo foi descrever o controle glicêmico de uma amostra de pacientes atendidos em nível terciário e analisar possíveis preditores de alcance de bom controle glicêmico no seguimento. MÉTODOS: Estudo observacional, coletados dados de pacientes com diabetes tipo 2 em acompanhamento ambulatorial, através de dados do prontuário eletrônico. Coletadas variáveis demográficas, clínicas e laboratoriais (glicemia, hemoglobina glicada (HbA1c), lipídios, creatinina e microalbuminúria). RESULTADOS: Foram incluídos 57 pacientes; 61,4% alcançaram HbA1c ≤ 8% (grupo Diabetes Mellitus controlado, DMC) e 22 (38,6%) não atingiram este valor (grupo Diabetes Mellitus não controlado, DMNC) em 1 ano. A maioria dos pacientes do grupo DMNC eram homens (p = 0,030); idade, associação com outras comorbidades, escolaridade, tempo de diabetes não foram diferentes entre os grupos. Número de consultas marcadas foi semelhante entre os grupos, mas o de consultas realizadas foi maior no grupo DMNC. O controle glicêmico inicial era pior no grupo DMNC (HbA1c 9,2 ± 1,4 vs. 11,0 ± 1,5%, p < 0,001). Alta ambulatorial foi mais frequente no grupo DMC (p = 0,01). CONCLUSÃO: A intensificação do cuidado ao diabetes por equipe especializada em nível terciário é capaz de trazer melhor controle glicêmico para a maioria destes pacientes, especialmente quando encaminhados ainda com HbA1c não muito elevada. |
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