Distribuição de fungos e micotoxinas em grãos de milho recém colhidos e variabilidade genética das cepas de Fusarium verticillioides e Aspergillus flavus isoladas.

O presente trabalho teve como objetivos avaliar a micobiota e a ocorrência de micotoxinas em grãos de milho provenientes de quatro regiões do Brasil; identificar os isolados de A. flavus pela técnica de AFLP (Amplified Fragment Length Plymorphism) e de Fusarium verticillioides, utilizando as técnica...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Rocha, Liliana de Oliveira
Tipo de documento: tese
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2010
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:português
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-18102010-131401
Acesso em linha:http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/42/42132/tde-18102010-131401/
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Aspergillus
Fusarium
Aflatoxinas
Aflatoxins
Biologia molecular
Corn
Micotoxinas
Milho
Molecular biology
Mycotoxins
Descrição
Resumo:O presente trabalho teve como objetivos avaliar a micobiota e a ocorrência de micotoxinas em grãos de milho provenientes de quatro regiões do Brasil; identificar os isolados de A. flavus pela técnica de AFLP (Amplified Fragment Length Plymorphism) e de Fusarium verticillioides, utilizando as técnicas de AFLP e sequenciamento parcial do gene do fator de elongação 1-α comparar o potencial toxigênico das cepas com a expressão dos genes aflR e aflP (A. flavus) e FUM1 e FUM19 (F. verticillioides), através da técnica de real time RT-PCR. Demonstrou-se prevalência de Fusarium verticillioides e de fumonisinas nos grãos. Do total de isolados, 96 % foram identificados como F. verticillioides. A similaridade dos isolados de A. flavus com a cepa padrão variou de 79 % a 100 %, e não foi observado agrupamento origem geográfica específico entre os isolados de A. flavus e F. verticillioides. Observou-se elevada correlação positiva entre a expressão de FUM1 e FUM19 e a produção de toxinas por F. verticillioides, e baixa correlação positiva entre os transcritos de aflR e aflP em relação ao perfil de produção de aflatoxinas por A. flavus, demonstrando necessidade de estudos referentes a expressão de genes relacionados à produção de micotoxinas.