Uso da reação em cadeia da polimerase para o diagnóstico de infecção assintomática por Leishmania em área endêmica de leishmaniose visceral
O diagnóstico de infecção assintomática por Leishmania (Leishmania) chagasi tem assumido crescente importância nos últimos anos. A expansão da leishmaniose visceral pode estar associada a outras vias de transmissão tais como transfusional, congênita, ou mesmo vetorial, sendo os indivíduos com infecç...
| Authors: | , , , , , , , |
|---|---|
| Format: | article |
| Status: | Published version |
| Publication Date: | 2013 |
| Country: | Brasil |
| Institution: | Instituto de Medicina Tropical (IMT) |
| Repository: | Revista do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo |
| Language: | English |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/53548 |
| Online Access: | https://www.revistas.usp.br/rimtsp/article/view/53548 |
| Access Level: | Open access |
| Keyword: | Visceral leishmaniasis Asymptomatic Diagnosis Polymerase chain reaction |
| Summary: | O diagnóstico de infecção assintomática por Leishmania (Leishmania) chagasi tem assumido crescente importância nos últimos anos. A expansão da leishmaniose visceral pode estar associada a outras vias de transmissão tais como transfusional, congênita, ou mesmo vetorial, sendo os indivíduos com infecção assintomática, potenciais reservatórios. Ademais, a identificação da infecção poderia auxiliar na condução dos pacientes com condições de imunossupressão (HIV, transplante, uso de imunomoduladores) e na avaliação da efetividade das medidas de controle. Neste estudo, foram avaliados clinicamente 149 indivíduos residentes em área endêmica de leishmaniose visceral e realizada a reação em cadeia da polimerase (PCR) gênero-específica, testes sorológicos e teste de Montenegro. Destes, 49 (32,9%) apresentaram PCR positiva, dos quais nenhum evoluiu com clínica de leishmaniose visceral nos três anos subsequentes. Não houve associação entre o resultado da PCR, dos exames sorológicos e do teste cutâneo. A positividade da PCR em indivíduos da área endêmica estudada não indicou risco de progressão para leishmaniose visceral e também não foi associada à maior positividade dos testes sorológicos. |
|---|