Democracia, desinformação e radicalização - As mídias digitais e as eleições de 2022 no Brasil

O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) dá seguimento, neste volume, a série de publicações sobre as mídias digitais nas eleições no Brasil. Desta vez, as pesquisas se debruçam sobre o contexto eleitoral de 2022, quando mais de 150 milhões de brasileiros estivera...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Matos, Eurico, Ituassu, Arthur
Tipo de recurso: libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Fundação Getulio Vargas (FGV)
Repositorio:Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.fgv.br:10438/36602
Acceso en línea:https://hdl.handle.net/10438/36602
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Mídias digitais
Eleições de 2022
Comunicação digital
Desinformação
Democracia
Ciências sociais
Ciência política
Comunicação
Tecnologia
Mídia digital
Comunicações digitais
Eleições - 2022 - Brasil
Descripción
Sumario:O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) dá seguimento, neste volume, a série de publicações sobre as mídias digitais nas eleições no Brasil. Desta vez, as pesquisas se debruçam sobre o contexto eleitoral de 2022, quando mais de 150 milhões de brasileiros estiveram aptos a votar. Financiado pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, CNPq, CAPES e FAPESB, o INCT.DD foi criado em 2016, reunindo 50 professores doutores brasileiros e 36 instituições estrangeiras em torno dos temas da democracia digital, do governo eletrônico e da política em meios digitais. Nas edições anteriores desta série de publicações, o foco esteve nas eleições de 2018 e de 2020. No primeiro caso, foi possível observar a consolidação do ambiente digital como um elemento de enorme relevância para o sucesso de campanhas eleitorais no Brasil. No curto espaço de oito anos após o início do uso das mídias sociais em eleições no país, as plataformas ganharam uma importância central, senão em todas as campanhas, mas certamente em boa parte delas, trazendo inclusive novos atores e práticas para a política profissional.