Branching pattern of aortic arch in the white-eared opossum (Didelphis albiventris)

O conhecimento do comportamento das artérias que emergem do arco aórtico é importante, pois estas artérias irrigam órgãos vitais encontrados na cabeça, pescoço, cavidade torácica e membros torácicos de animais domésticos e selvagens. Com o objetivo de contribuir com o conhecimento anatômico em gambá...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Schimming, Bruno César, Jesus, Luan Sabino Barroso Silva de, Filadelpho, André Luis
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Institución:Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (FMVZ-USP)
Repositorio:Brazilian Journal of Veterinary Research and Animal Science
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/82794
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/bjvras/article/view/82794
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Marsupial
Artéria aorta
Coração
Animais selvagens
Gambá
Aorta Artery
Heart
Wildlife
Opossum
Descripción
Sumario:O conhecimento do comportamento das artérias que emergem do arco aórtico é importante, pois estas artérias irrigam órgãos vitais encontrados na cabeça, pescoço, cavidade torácica e membros torácicos de animais domésticos e selvagens. Com o objetivo de contribuir com o conhecimento anatômico em gambás e colaborar com a clínica médica e cirúrgica de animais selvagens, descreveu-se neste estudo, a ramescência do arco aórtico em dezoito gambás. Os resultados indicaram que o tronco braquiocefálico e a artéria subclávia esquerda se originaram do arco aórtico em todos os animais estudados. Este padrão de ramescência do arco aórtico é similar ao descrito para a cobaia, chinchila, paca, mão-pelada, nutria, esquilo-vermelho e jaguatirica. O tronco braquiocefálico apresentou como ramos colaterais, a artéria subclávia direita e o tronco bicarotídeo, o qual se bifurcou nas artérias carótidas comuns direita e esquerda (77,7%). O tronco bicarotídeo não apareceu em quatro animais (22,2%). As artérias subclávias direita e esquerda originaram a artéria vertebral, o tronco costocervical e, as artérias torácica interna e cervical superficial. A ramescência encontrada nas artérias subclávias do gambá mostrou similaridades quando comparada com a descrita para outros animais selvagens como a paca, jaguatirica e o mocó.