“Viver numa casa de vidro é uma virtude revolucionária por excelência” : Walter Benjamin e a paixão pela cidade e pela história “ porosas ”

Walter Benjamin escreveu muito sobre cidades e arquitetura ao longo de sua obra. Seja em jornais de viagens, em ensaios dedicados a determinadas formações urbanas, em textos autobiográficos, na sua teoria do flâneur, ou em sua teoria estética, as cidades sempre estiveram em um local central. A cidad...

ver descrição completa

Detalhes bibliográficos
Autor: Seligmann-Silva, Marcio
Tipo de documento: artigo
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2020
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositório:Pandaemonium Germanicum (Online)
Idioma:português
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/167388
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/pg/article/view/167388
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Walter Benjamin
porous city
interpenetration
cidade porosa
interpenetração
Descrição
Resumo:Walter Benjamin escreveu muito sobre cidades e arquitetura ao longo de sua obra. Seja em jornais de viagens, em ensaios dedicados a determinadas formações urbanas, em textos autobiográficos, na sua teoria do flâneur, ou em sua teoria estética, as cidades sempre estiveram em um local central. A cidade ideal de Benjamin não é clássica, “bela”, mas, antes, marcada pela circulação de pessoas, pela “interpenetração” (Durchdringung) e pela “porosidade”. Essa cidade perfurada se metamorfoseia em sua própria filosofia da história, já que pare ele também o tempo é poroso.