Associação da perda de dimensão vertical de oclusão, disfunção temporomandibular muscular e cefaleia primária em pacientes portadores de prótese total dupla
Resumo: A perda de dimensão vertical de oclusão (DVO) altera o equilíbrio da relação intermaxilar repercutindo na articulação temporomandibular (ATM), podendo desenvolver sinais e sintomas de disfunção temporomandibular (DTM), acompanhando-se de cefaleias primárias Mas, a influência dessa sobre as o...
| Autor: | |
|---|---|
| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Estadual de Londrina (UEL) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UEL |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.uel.br:123456789/9117 |
| Acesso em linha: | https://repositorio.uel.br/handle/123456789/9117 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Disfunção temporomandibular (DTM) Mandíbula Disfunção Ortodontia Odontologia Temporomandibular disorder (TMD) Jaw - Dysfunction Orthodontics Dentistry |
| Resumo: | Resumo: A perda de dimensão vertical de oclusão (DVO) altera o equilíbrio da relação intermaxilar repercutindo na articulação temporomandibular (ATM), podendo desenvolver sinais e sintomas de disfunção temporomandibular (DTM), acompanhando-se de cefaleias primárias Mas, a influência dessa sobre as outras, ainda é controversa O objetivo do trabalho foi avaliar a associação da perda da DVO, DTM muscular e cefaleia primária nos pacientes portadores de prótese total dupla Selecionou-se 3 pacientes que procuraram atendimento na Clínica Odontológica Universitária da Universidade Estadual de Londrina durante o ano 217 A DVO foi registrada pelos métodos: métrico de Willis e estético Após, foram distribuídos nos grupos: GE - 15 pacientes com perda da DVO e GC com 15 pacientes sem perda da DVO (controle) Para o diagnóstico de DTM muscular e cefaleia primária foram utilizados, respectivamente, o RDC/TMD e um questionário baseado na Classificação Internacional de Cefaleias (CIC-II) em dois momentos: previamente à confecção de novas próteses e 15 dias após a alta do paciente após os retornos para controle A análise estatística foi realizada no SPSS v19 através de regressão logística multinominal Não houve significância estatística na associação entre DVO, DTM muscular e Cefaleia primária (p>,5) Conclui-se que não existe influência relevante da DVO sobre a DTM muscular e cefaleias primárias |
|---|