Felicidade adjetivada: polifonia conceitual, imperativo social

Há bastante tempo, observa-se a intensificação da utilização da felicidade como argumento em campanhas publicitárias e posicionamentos estratégicos de diversas marcas. O fenômeno não é homog&...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Fogaça, Jôse, Perez, Clotilde
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM)
Repositorio:Intercom (São Paulo. Online. 2006)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revista.intercom.org.br:article/1890
Acceso en línea:https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom/article/view/1890
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Felicidade. Consumo. Publicidade. Marca. Contemporaneidade.
Descripción
Sumario:Há bastante tempo, observa-se a intensificação da utilização da felicidade como argumento em campanhas publicitárias e posicionamentos estratégicos de diversas marcas. O fenômeno não é homogêneo, pois a representação de felicidade adquire distintas formas e aponta para sentidos diversos e assim, algumas questões emergem com força, as quais buscamos compreender por meio de pesquisa teórica e de análise semiótica de campanhas. O presente estudo visa iniciar uma discussão sobre o tema felicidade em três frentes: a construção conceitual de felicidade ao longo do desenvolvimento da sociedade de consumo; a possível diferenciação conceitual de felicidade para os distintos estratos sociais; e, por fim, a efetiva identificação e análise do conceito em campanhas publicitárias de marcas. A partir desse percurso foi possível identificar que a felicidade é um mote publicitário que rompe com os limites sociais e que, assim como o contexto em que está circunscrita, funde-se e confunde-se em seus tantos sentidos.