Chemical properties of pellets of Pinus sp. torrefied in a screw type reactor

tornando assim a biomassa mais atrativa e utilizável para fins energéticos. Sendo assim, torna-se importante o conhecimento de suas propriedades químicas a fim de garantir a qualidade dos pellets torrificados como combustível. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da torrefação de pellets de...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Magalhães, Mateus Alves de, Carneiro, Angélica de Cássia Oliveira, Vital, Benedito Rocha, Silva, Carlos Miguel Simões da, Costa, Emylle Veloso Santos, Trugilho, Paulo Fernando
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Lavras (UFLA)
Repositorio:Repositório Institucional da UFLA
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufla.br:1/34632
Acceso en línea:https://repositorio.ufla.br/handle/1/34632
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Torrefaction
Energetics biomass
Torrefação
Biomassa energética
Descripción
Sumario:tornando assim a biomassa mais atrativa e utilizável para fins energéticos. Sendo assim, torna-se importante o conhecimento de suas propriedades químicas a fim de garantir a qualidade dos pellets torrificados como combustível. O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da torrefação de pellets de Pinus sp. em suas propriedades químicas. A madeira foi previamente transformada em partículas e seca a 16% de umidade para posterior peletização. Para a torrefação, os pellets foram secos a 0% de umidade e submetidos a tratamento térmico em um reator tipo rosca sem fim, nas temperaturas de 210, 250 e 290 °C e nos tempos de residência de 10, 20 e 30 minutos. Para o conhecimento das propriedades químicas, foi determinada a composição química estrutural, composição química imediata, composição elementar e análise termogravimétrica. A torrefação promoveu alterações significativas nas propriedades químicas dos pellets de Pinus sp., destacando-se o aumento proporcional do conteúdo de carbono em detrimento da redução de oxigênio, aumento da estabilidade térmica e aumento proporcional do conteúdo de lignina pela redução, principalmente, das hemiceluloses, o que melhora a qualidade energética da biomassa e a torna mais competitiva frente aos combustíveis fosseis.