Passado-presente: a extinção de ramais ferroviários durante a ditadura civil-militar
Analisaremos alguns marcos históricos do processo de erradicação de ramais ferroviários durante a ditadura, indicando sua complexidade social, por meio de fontes diversas, orais e impressas. De um lado, tratando da repressão aos movimentos sindicais, em particular dos ferroviários e de outro da desa...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) |
| Repositorio: | Revista HISTEDBR on-line |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.periodicos.sbu.unicamp.br:article/8640443 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/histedbr/article/view/8640443 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ditadura. Ferrovias. Ferroviários |
| Sumario: | Analisaremos alguns marcos históricos do processo de erradicação de ramais ferroviários durante a ditadura, indicando sua complexidade social, por meio de fontes diversas, orais e impressas. De um lado, tratando da repressão aos movimentos sindicais, em particular dos ferroviários e de outro da desativação de ramais operada pelas agências dos transportes, por meio da criação do GESFRA – Grupo Executivo de Substituição de Ferrovias e Ramais Antieconômicos. Ainda que a crise do transporte ferroviário tenha se anunciado desde as primeiras décadas do século XX, as linhas gerais da política de desativação de ramais ferroviários foram delineadas na década de 1950 e implementadas após 1966. |
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