Haroldo de Campos, Camões e a palavra-máquina do mundo

No poema a máquina do mundo repensada, Haroldo de Campos reelabora a alegoria da máquina do mundo a partir da leitura que se faz dos grandes textos do cânone, fundindo-os aos dilemas da física, sobretudo aqueles concernentes à origem do universo. Interessa-nos o diálogo que Campos estabelece com Cam...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Toneto, Diana Junkes Martha
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2006
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Via Atlântica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/50422
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/50422
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:a máquina do mundo repensada
Haroldo de Campos
intertextualidade
poética sincrônica
Descripción
Sumario:No poema a máquina do mundo repensada, Haroldo de Campos reelabora a alegoria da máquina do mundo a partir da leitura que se faz dos grandes textos do cânone, fundindo-os aos dilemas da física, sobretudo aqueles concernentes à origem do universo. Interessa-nos o diálogo que Campos estabelece com Camões no poema, mais especificamente, com os Cantos V e X de Os Lusíadas, diálogo este que é marcado não apenas pela evidente intertextualidade, mas que se funda num processo de invenção de precursores.