Movimento feminista e interseccionalidade: repertórios de ação e de interação com o Estado

O artigo teve como objetivos identificar e analisar os repertórios de ação e interação das mulheres negras com o poder público. O trabalho apoia-se em desenvolvimentos teóricos no campo de estudos dos movimentos sociais e na vertente dos feminismos negros, mobilizando a literatura clássica e contemp...

Full description

Bibliographic Details
Authors: Silva, Mônica de Cássia Costa, Ladeira, Carla Bronzo, Brasil, Flávia de Paula Duque, https://orcid.org/0000-0001-8704-9779, https://orcid.org/0000-0001-7585-3655, https://orcid.org/0000-0003-3070-7050, Fundação João Pinheiro
Format: article
Status:Published version
Publication Date:2024
Country:Brasil
Institution:Fundação João Pinheiro (FJP)
Repository:Repositório Institucional da Fundação João Pinheiro
Language:Portuguese
OAI Identifier:oai:repositorio.fjp.mg.gov.br:123456789/4055
Online Access:http://repositorio.fjp.mg.gov.br/handle/123456789/4055
http://dx.doi.org/10.12660/cgpc.v29.85812
Access Level:Open access
Keyword:Ativismo político
Movimento feminista
Feminismo negro
Interseccionalidade
Políticas públicas
Political activism
Feminist movement
Black feminism
Intersectionality
Public policy
Description
Summary:O artigo teve como objetivos identificar e analisar os repertórios de ação e interação das mulheres negras com o poder público. O trabalho apoia-se em desenvolvimentos teóricos no campo de estudos dos movimentos sociais e na vertente dos feminismos negros, mobilizando a literatura clássica e contemporânea no campo das ciências sociais. O período de análise compreende de 2010, ano em que foi instituído o Estatuto da Igualdade Racial, até o ano de 2020 e tem como foco o Brasil. A metodologia baseia-se em fontes secundárias, por meio de uma revisão bibliográfica e documental sobre o tema. O trabalho identifica uma diversidade de repertórios de ação dos movimentos em foco e de sua interação com o Estado, na linha propositiva e dialógica, bem como na linha de resistência e ativismo, incidindo na proposição, para o poder público, de pautas e agendas centrais do feminismo negro.