Plasma and urine levels of calcium, phosphorus and magnesium in growing cats
A doença do trato urinário inferior dos felinos atinge 1% da população mundial de gatos, tendo como fator predisponente a formação de urólitos. A incidência de urolitíase está relacionada com a alimentação, principalmente com o conteúdo de macrominerais. O balanço de cálcio, fósforo e magnésio e o p...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2003 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFRGS |
| Idioma: | inglés |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/19795 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/10183/19795 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Gatos : Nutricao Cálcio Fósforo : Metabolismo Magnésio Urolitiase : Disturbios metabolicos Calcium. Phosphorus Magnesium Excretion Urine Cats |
| Sumario: | A doença do trato urinário inferior dos felinos atinge 1% da população mundial de gatos, tendo como fator predisponente a formação de urólitos. A incidência de urolitíase está relacionada com a alimentação, principalmente com o conteúdo de macrominerais. O balanço de cálcio, fósforo e magnésio e o pH da urina são os principais fatores relacionados com urolitíase. O presente trabalho teve por objetivo estudar o metabolismo desses minerais em gatos em crescimento, mediante a avaliação dos seus teores sangüíneos e urinários. Foram utilizados 10 gatos com 3 meses de idade, alimentados com ração comercial até completar 1 ano de idade. A cada 30 dias foram coletadas amostras de sangue e urina, para determinar concentrações dos minerais e valores de pH e creatinina urinários. No mesmo intervalo, foi determinado o conteúdo desses minerais na ração. Semanalmente foram registrados consumo de ração e peso dos animais. Os níveis médios de cálcio, fósforo e magnésio no plasma foram, respectivamente, 8,77 ± 1,9mg/dL, 7,55 ± 1,8mg/dL e 2,66 ± 0,67mg/dL. São mostradas variações mensais desses valores. A menor variação foi de cálcio, seguido de magnésio e a maior variação foi do fósforo. Os valores médios dos minerais na urina medidos pela relação com creatinina foram de 1,29 ± 1,0 x10-2 para Ca, de 1,46 ± 1,1 para P e de 7,87 ± 7,7 x10-2 para Mg. A relação Ca/P da ração foi de 2,87 ± 1,2, considerada alta. O valor de Mg na ração foi maior que as exigências. O valor médio do pH urinário foi de 6,25 ± 0,54, foi considerado adequado na prevenção de urolitíase por estruvita mas não na formação de cristais de oxalato de cálcio. |
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