Ativismo conservador e educação: relações entre campo político, campo religioso e campo educacional em uma escola de periferia

A pesquisa teve como objetivo geral investigar as relações entre campo político, campo religioso e campo educacional a partir das formulações de Pierre Bourdieu. Nosso trabalho veio a se constituir na análise de um estudo de caso em uma escola pública de um município da periferia fluminense. Trabalh...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Rodrigues, Camila Tavares
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRRJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:rima.ufrrj.br:20.500.14407/13136
Acceso en línea:https://rima.ufrrj.br/jspui/handle/20.500.14407/13136
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Campo religioso
Campo educacional
Neopentecostalismo
Religious field
educational field
Neo-Pentecostalism
Educação
Descripción
Sumario:A pesquisa teve como objetivo geral investigar as relações entre campo político, campo religioso e campo educacional a partir das formulações de Pierre Bourdieu. Nosso trabalho veio a se constituir na análise de um estudo de caso em uma escola pública de um município da periferia fluminense. Trabalhamos com uma “abordagem etnográfica”, considerando a escola como um pequeno fragmento do campo educacional no qual estariam incidindo efeitos de ações políticos/religiosas. Foram de fato observadas ações “evangélicas” intencionais relacionadas ao exercício da função docente, que incidem sobre os estudantes, com práticas de vigilância moral e efeitos concretos sobre os padrões comportamentais de espectros religiosos de conformação dos costumes reproduzidos e reafirmados no ambiente escolar. Estando essas ações de fundo “evangélico” relacionadas a reprodução da condição de classe e inserção mais favorável no campo econômico, uma vez que estão diretamente relacionadas ao modo de ingresso no serviço público da maior parte dos funcionários da escola, ocorridos através das ações de clientelismo político por parte de um grupo de uma oligarquia conservadora local, que desde 1960 domina o município, porém adequando-se a novos formatos do agir clientelístico, na qual a “reafirmação de identidades e princípios religiosos” se tornou uma garantia de permanência de vínculos empregatícios mediante construção de clientela política local.