RETALIAÇÃO: ANÁLISE DAS ATITUDES DOS SERVIDORES DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR PÚBLICA
A justiça constitui um instrumento fundamental para a garantia da harmonia nas relações que se estabelecem em sociedade. A falta de justiça, em especial em organizações, pode determinar atitudes que propiciam comportamentos disfuncionais, como a retaliação. Dessa forma, o presente artigo objetiva av...
| Autores: | , , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFSC |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufsc.br:123456789/181189 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/181189 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Retaliação Organizacional Atitudes Retaliatórias Injustiça no Trabalho |
| Sumario: | A justiça constitui um instrumento fundamental para a garantia da harmonia nas relações que se estabelecem em sociedade. A falta de justiça, em especial em organizações, pode determinar atitudes que propiciam comportamentos disfuncionais, como a retaliação. Dessa forma, o presente artigo objetiva avaliar a atitude retaliatória em uma instituição de ensino superior pública. A pesquisa caracteriza-se por ser de natureza quantitativa e de caráter descritivo. O instrumento utilizado foi a escala MARO – Medida de Atitude em Relação à Retaliação Organizacional, a qual é composta por dois constructos: comportamento afetivo e conativo. Por meio de um cenário hipotético-conceitual, os respondentes se posicionaram em relação à um caso descrito. Em termos de percepção do comportamento afetivo, identificou-se uma média que aponta para indignação dos respondentes diante da situação de injustiça descrita; em contrapartida, quanto ao componente conativo, a média foi indicativa de um comportamento de não retaliação à organização. Também o Teste t realizado entre a variável de perfil quanto à ocupação ou não de cargos de chefia indicaram que os chefes possuem uma avaliação mais positiva do que os respondentes que não ocupam o cargo de chefia, o que pode sugerir a necessidade de uma atuação diferenciada por parte da área de gestão de pessoas. |
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